Close
Type at least 1 character to search

O fundador sem CTO: como o PetMesh saiu do papel em 3 meses

Toda startup de produto digital passa pelo mesmo ponto de travamento. A ideia está validada, o público está mapeado, o fundador sabe exatamente o que quer construir. E não existe ninguém para decidir como construir.
Foi nesse ponto que o fundador do PetMesh chegou até a Pura. A proposta era clara: uma plataforma para tutores de cães e gatos organizarem a saúde dos pets, registrarem os cuidados do dia a dia, guardarem memórias e trocarem experiências com outros tutores.

A dor do público também era clara. Quem tem pet conhece a cena: o animal passa mal num domingo, o veterinário pergunta pela última vacina, pelo vermífugo, pelo remédio que ele toma. A resposta está num papel da clínica, numa foto perdida no celular, numa conversa de meses atrás. Em emergência, tempo faz diferença, e a informação nunca está à mão.
O dilema de quem não tem time técnico
O fundador tinha dois caminhos tradicionais. Montar uma equipe interna, o que significaria meses de contratação e um custo fixo alto antes do primeiro usuário. Ou contratar uma fábrica de software, que entregaria código, mas deixaria sem dono as decisões que definem se um produto aguenta crescer: arquitetura, infraestrutura, segurança, custos de operação.

O que ele precisava não era só de programadores. Era de alguém sentado do lado dele, tomando as decisões técnicas junto, com a mesma responsabilidade sobre o resultado.
Um CTO.

Petmesh - A rede que conecta pessoas, pets e cuidados.

Como a parceria funcionou

A Pura assumiu esse papel. O fundador atuou como Product Owner, definindo prioridades e validando cada entrega. A Pura ficou com a liderança técnica: prototipagem, escolha do stack, arquitetura, infraestrutura, hospedagem, integrações e suporte.
A primeira decisão foi a mais importante. Em vez de montar uma infraestrutura nova do zero, o projeto aproveitou a base que a Pura já opera em produção para outros clientes. Servidores, pipeline de deploy, monitoramento e práticas de segurança já testados. Isso eliminou semanas de trabalho e riscos que normalmente aparecem só depois do lançamento.
O stack escolhido foi Next.js no front-end e NestJS com PostgreSQL no back-end, um conjunto moderno, bem documentado e fácil de manter. A plataforma funciona no navegador e pode ser instalada no celular como aplicativo (PWA), sem depender de aprovação nas lojas de apps. A comunidade de tutores roda em tempo real, os pagamentos recorrentes passam pela Pagar.me e os emails saem pelo SendGrid.

Velocidade com responsabilidade

A Pura usou inteligência artificial como apoio no desenvolvimento, o que acelerou bastante o trabalho. Mas velocidade sem controle cobra a conta depois. Por isso, algumas regras valeram do primeiro ao último dia: todo o código versionado no GitLab, deploy apenas pelo pipeline automatizado, nenhuma alteração direta no servidor de produção e acesso restrito à infraestrutura. Na aplicação, autenticação em dois fatores, limite de requisições e monitoramento de erros com Sentry.

Além do código: pronto para vender

Um produto no ar sem estrutura de marketing é um produto que ninguém encontra. A Pura também montou todo o ecossistema digital da marca: Pixel e conta de anúncios da Meta, conexão das páginas no Facebook e no Instagram, Google Analytics e Search Console.
O WhatsApp ganhou um papel central. Como Provedora de Tecnologia da Meta, a Pura conectou a conta de WhatsApp Business do PetMesh pela API oficial, usando o app da própria Pura e automações em n8n. É por ali que os tutores recebem as notificações da plataforma.

O resultado

Foram 3 meses entre a implantação da infraestrutura e o go-live. O PetMesh foi lançado em setembro de 2026 com saúde, cuidados, comunidade, álbum de memórias, painel para veterinários, planos por assinatura, teste grátis, vouchers de presente e programa de parceiros.
O painel do veterinário merece destaque. O profissional convidado gerencia até 5 pets sem custo e, a partir do sexto, assina um plano próprio. Ele entra como usuário e pode se tornar cliente, o que dá à plataforma uma segunda fonte de receita.

O trabalho não terminou no lançamento. A Pura segue responsável pela hospedagem, pela sustentação e pela evolução da plataforma. A próxima etapa, já em desenvolvimento, é integrar o Agente de IA da Pura ao PetMesh, para atender tutores pelo WhatsApp com o contexto de cada pet.

CTO como serviço, não como contratação

O caso do PetMesh mostra um modelo que funciona bem para startups e empresas lançando produtos digitais: liderança técnica sênior desde o primeiro dia, sem o custo e o prazo de montar um time do zero. O fundador fica com o produto e o negócio. A tecnologia fica com quem já fez isso antes.

Se você está nesse ponto, com o produto claro e sem ninguém para liderar a tecnologia, conheça o CTO as a Service da Pura.

Petmesh-mobile
WhatsApp Atendimento